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Delícias são tudo o que nos faz felizes: um livro, a magia dum poema ou duma música, as cores duma paleta ... No jardim o sol não raia sempre mas pulsa a vida, premente.

Fios enlaçados de realidade e sonho na fragilidade de uma textura
que a morte acaba por romper. Vivências dolorosas, dramas
sentidos, sonhos compreendidos, desilusões partilhadas.
Este livro não é mais do que uma mão cheia dessas realidades
semeadas nas suas páginas, onde muitas vidas se misturam,
sem que as personagens sê identifiquem. Cada uma
delas é apenas uma semente que a liga à realidade da emigração
de tantas famílias portuguesas nos anos sessenta. Dessas
sementes nasce uma seara de gente regada pelo sonho, onde
cresce uma flor rara. Flor rara que é também ela o símbolo da
minha acção educativa e da minha relação sentimental com
muitas crianças da aldeia que me viu nascer.
Foi essa vivência tão próxima guer no meu país quer nos países
de emigracão, que motivou a escrita deste livro. Pintado a
preto e branco, as corês da verdade, pouco tem de fantasía.
Testemunho de amor, nascido na rudeza e miséria da aldeia
ou no brilho ofuscante da cidade e seus boulevards, é também
ele uma homenagem à luta pelo sonho que pode levar à conquista
da mais nobre ambição do homem, a arte., EVA CRUZ
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