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Jardim das Delícias



Quinta-feira, 28.05.15

Ela viveu muitos anos na cidade da memória - Adão Cruz

ao cair da tarde 5b.jpg

 

Adão Cruz  Ela viveu muitos anos na cidade da memória

Ng32a.jpg

 

 

(Adão Cruz)

 

 

Ela viveu muitos anos na cidade da memória

Ela viveu muitos anos na cidade da memória e foi-se perdendo pelos recantos da alegria e da tristeza

Recordo-a ainda nos pátios sevilhanos da minha história nas madrugadas alucinantes do canto cigano de Las Chapas e do plangente grito das guitarras nuas

Eu quis que este encontro assomasse a alma das coisas e tocasse as cordas de um violino onde quer que estivesse

Eu quis que a pintura fosse dura poética incendiada mas a melodia desconcertada foi uma dramática dança de marionetas

 

(in Adão Cruz, VAI O RIO NO ESTUÁRIO. Poemas de braços abertos, ediçõesengenho)

 

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por Augusta Clara às 19:00




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