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Jardim das Delícias



Quarta-feira, 25.04.18

SEMPRE - Adão Cruz

25 de Abril. O mais belo poema colectivo da minha existência, apesar da total ausência de sentimento poético-social de tanta gente! Ainda hoje, ao olhar para as suas caras, muitas delas de grandes amigos meus, e que nunca deixaram de o ser, eu vejo uma lapela nua, não propriamente a do casaco, mas a da mente. E não me venham com os óculos escuros das tolerâncias e diferenças de ideias. Eu sei o que são tolerâncias e diferenças de ideias. Mas a poesia do 25 de Abril é tão universal e profunda que não há óculos que a possam emsombrar.

 

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por Augusta Clara às 15:29




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