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Jardim das Delícias


Domingo, 17.11.19

Ensaio de Amália Rodigues e Alain Oulman sobre o poema "Soledad" de Cecília Meireles

a noite fez-se para amar 1a.jpg

 

Ensaio de Amália Rodigues e Alain Oulman sobre o poema "Soledad" de Cecília Meireles

 

 

 

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por Augusta Clara às 21:51

Quarta-feira, 07.12.16

Meu amor, meu amor - Amália Rodrigues

a noite fez-se para amar 1a.jpg

 

Amália Rodrigues  Meu amor, meu amor 

(assinalando o dia do nascimento de José Carlos Ary dos Santos)

 

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por Augusta Clara às 18:00

Quarta-feira, 19.06.13

Meu amigo está longe - Amália Rodrigues

 

Amália Rodrigues  Meu amigo está longe

(letra de Ary dos Santos/música de Alain Oulman)

 

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por Augusta Clara às 20:00

Quinta-feira, 13.06.13

Alfama - Amália Rodrigues

 

Amália Rodrigues  Alfama

(letra de Ary dos Santos/música de Alain Oulman)

 

 

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por Augusta Clara às 21:00

Sexta-feira, 10.05.13

Músico das letras - Maria do Rosário Pedreira

Maria do Rosário Pedreira  Músico das letras

 

(Autor desconhecido)

 

 

Publicado no blog Horas Extraordinárias em 9 de Maio de 2013 

 

   Muitos dos extraordinários leitores deste blogue já ouviram certamente falar de Alain Oulman, um judeu de origem francesa nascido em Portugal que virou do avesso a vida artística de Amália Rodrigues, compondo para ela fados completamente distintos dos que cantava até então e ajudando-a a encontrar poetas, como David Mourão-Ferreira, que lhe fariam letras inesquecíveis, contribuindo para que o fado passasse de uma canção popularucha para um nível muitíssimo mais sofisticado. O que talvez não saibam é que Alain Oulman, depois de ter sido preso pela PIDE, ficou muito zangado com Portugal e foi para França trabalhar com um tio, que tinha uma conceituada editora, tornando-se um editor de excepção. Num documentário exibido há algumas semanas na RTP2 e realizado por um dos seus filhos, conhecemos melhor esta faceta de Oulman através de editores que trabalharam ao seu lado e bem assim autores de renome, como Amos Oz, cujo testemunho da sensibilidade de Oulman para a música do texto era um verdadeiro enaltecimento da figura. Para que conste, esse homem que fez músicas belíssimas para a nossa fadista, tinha o cuidado de ler ao telefone as traduções francesas de certas passagens a alguns dos seus autores (e de lhes pedir que as dissessem na sua própria língua) para ter a certeza de que a música era a mesma no resultado final. Se conseguirem ver este documentário – uma peça interessantíssima sobre um homem ainda mais interessante – não percam.

 

 

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por Augusta Clara às 15:00



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