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Jardim das Delícias


Domingo, 08.03.20

Adão Cruz, 2020

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por Augusta Clara às 18:35

Quinta-feira, 06.04.17

OS JUÍZES PORTUGUESES NÃO MERECEM CONFIANÇA - Augusta Clara

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Augusta Clara  OS JUÍZES PORTUGUESES NÃO MERECEM CONFIANÇA

 

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   Lamento insistir no tema, mas este é um caso que não pode cair no esquecimento.

Quem se sentir ofendido, abra a boca e denuncie o que se passou neste e se passa noutros julgamentos da mesma natureza porque os portugueses têm sido espoliados das mais diversas maneiras, desde ficarem sem as economias que tinham depositadas nos bancos até lhes terem sido subtraídas parcelas consideráveis dos salários e pensões, mesmo aos mais pobres, durante um período alargado para fazer face ao desfalque dos milhares de milhões de euros roubados à economia nacional.

E onde andam esses milhões? Com toda a certeza em offshores onde ninguém pode ir recuperá-los e que continuam a permitir aos agora libertos continuarem a ter vidas confortáveis comparadas com as de todos os que sacrificaram.

Desconfio e desconfiarei de todos os juízes enquanto nenhum deles tiver a honradez de mostrar solidariedade com os seus concidadãos.

 

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por Augusta Clara às 16:25

Quinta-feira, 06.04.17

OS CRIMINOSOS AMIGOS DE CAVACO SILVA FICARAM ILIBADOS - Augusta Clara

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Augusta Clara  OS CRIMINOSOS AMIGOS DE CAVACO SILVA FICARAM ILIBADOS 

 

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   Neste país os crimes de colarinho branco vivem num ambiente singular: descobre-se sempre tudo, ficamos a saber o que se passou. Depois, não se consegue provar nada.

Dizia ontem um inteligente da nossa praça que não vivemos no tempo dos tribunais plenários. Por isso, se não há prova não se pode condenar ninguém. Pois não, nem queremos de volta os tribunais plenários, mas noutros países onde a justiça funciona como era suposto funcionar a nossa, justiça de um Estado de Direito, tem havido gente presa por graves delitos financeiros: nos ESTADOS UNIDOS, Madox foi condenado a prisão perpétua; a ISLÂNDIA prendeu 29 banqueiros e levou um ex-governante a tribunal; em ESPANHA foram presos banqueiros pela primeira vez, no princípio deste ano, em número de seis - não foi preso o cunhado do rei, aqui os amigos do Cavaco-presidente; a GRÉCIA condenou um ministro a prisão perpétua, prendeu três antigos banqueiros e o presidente do Hellenic Postbank.

Em Portugal, onde os bandidos da área financeira andam todos à solta, a rir-se da nossa complacência, o que se adquire na escola de juízes? A capacidade para o exercício da profissão com competência ou a preparação para a conivência?

 

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por Augusta Clara às 00:28

Quarta-feira, 11.01.17

A Falácia da República Portuguesa dos Sovietes - Augusta Clara

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Augusta Clara  A Falácia da República Portuguesa dos Sovietes 

 

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   Para terminar a conversa porque amanhã já estamos "noutra", convoquemos à cena aquela indómita fantasia que por aí fez caminho no chamado "Verão quente" de 1975. Fantasia, sim, só para quem dela se convenceu porque quem a congeminou sabia bem ao que vinha. Tinha ela como argumento a existência do perigo da instalação aqui no país duma república soviética do tipo da existente na então URSS.
Ora, partindo da improvável hipótese de que um cérebro de caracol - lembrem-se que Álvaro Cunhal era um homem de grande inteligência e, como ele, outro(a)s dirigentes político(a)s da esquerda da altura - conseguia pôr em prática esse projecto, a tal República Soviética do Portugal dos Pequeninos ficaria obrigada a passar a fazer a grande maioria das suas trocas comerciais com a URSS lá na outra ponta da Europa porque, pela certa, sofreria o maior boicote económico de todos os tempos por parte dos países da Europa Ocidental e Central bem como dos EUA.
A esquerda queria mais poder? Queria, sem dúvida, porque já era mais do que evidente a guerra que os sectores donos do dinheiro faziam a uma política que pretendia estender os benefícios e garantir uma vida digna a toda a população. Coisa que não lhes agradava porque, evidentemente, iriam perder privilégios. Porque se nacionalizaram os bancos? Porque os capitais começaram a fugir do país. Que pena não terem ficado nacionalizados, não andaríamos agora a pagar do nosso bolso os monumentais roubos do banqueiros ladrões.
Foi esse medo, a perda das vidas faustosas, custassem o que sempre tinham custado a tantos e tantos portugueses durante os 48 anos de fascismo salazarista que levou ao golpe da direita reaccionária em 25 de Novembro de 1975 e não uma guerra civil que ninguém tinha em mente nem temia. Esse era apenas um capítulo da fantasia propagada. Medo esse que já se tinha manifestado nos atentados do ELP e do MDLP tutelados pelo general Spínola. Lembram-se dos incêndios das sedes do PCP e da morte do padre Max e da jovem que o acompanhava?
E pronto, assim viemos parar ao que nos aconteceu nos últimos anos e que o Governo de António Costa, com o acordo que fez com os partidos de esquerda, tem tentado emendar.

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por Augusta Clara às 19:50

Sábado, 07.01.17

EM PORTUGAL OS ÁRBITROS DE FUTEBOL VALEM MAIS DO QUE AS MULHERES - Augusta Clara

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Augusta Clara  EM PORTUGAL OS ÁRBITROS DE FUTEBOL VALEM MAIS DO QUE AS MULHERES 

 

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   Num país onde a ameaça a um árbitro de futebol desencadeia de imediato uma protecção reforçada das forças de segurança a todos os outros e suas famílias enquanto que as queixas de mulheres por violência doméstica levam tanto tempo e tanta burocracia a serem apreciadas que os casos de morte já fazem história, NÃO HÁ MACHISMO?

E o silêncio que sobre isto se faz por parte de um e do outro sexo chama-se como?

É forçoso que hoje deixe aqui um elogio à acção da Polícia Judiciária que ontem, em Grândola, salvou da morte uma mulher.

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por Augusta Clara às 18:15

Domingo, 31.07.16

Os Velhinhos - Adão Cruz

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Adão Cruz  Os Velhinhos

 

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 (fotografia de Augusta Clara)

   Há vários restaurantes clássicos e tradicionais no Porto, aos quais acorrem, sobretudo ao Domingo, as terceira e quarta idades. Como é óbvio, também por lá ando. Odeio a velhice mas nunca os velhinhos, um pouco na mesma linha de que odeio as religiões mas nunca os que as professam. Por vezes convido o meu filho Marcos, não só porque gosto de estar com ele, mas também como contrapeso. Empresta-me um certo arejo de mais novo, e permite-nos discorrer sobre filosofias da vida para as quais nos estaríamos cagando se não fosse a garrafinha à nossa frente, às vezes duas.

Hoje fui sozinho a um desses restaurantes comer um cozidinho à portuguesa. Ia eu a meio da orelheira quando eles, os velhinhos, começaram a chegar. Bem alinhados nas roupas e nos arranjos, eles e elas, mais elas do que eles, numa derradeira tentativa de exumar alguns restos de juventude. Logo á cabeça, um antigo colega meu do Hospital de Santo António, que por acaso operou a minha irmã, e logo atrás a sua própria irmã, que fora minha colega de curso. Que ternura! Quem os viu e quem os vê! O suficiente para eu parar de roer as unhas, do porco, claro, e abrir os arquivos neuronais de há trinta ou quarenta anos atrás. Quase me apetecia chorar se não fosse as couvinhas estarem-me a saber tão bem.

Logo a seguir, uma senhora de média idade, com ar de Senhora de Fátima, pedia uma mesa para seis. Podia ser aquela que estava mesmo à minha frente, disse o empregado. Logo entraram dois de terceira idade, mais um de quarta idade e um tanto atrasados, uma outra senhora de média idade também com ar de Nossa Senhora, amparando um velhinho a arrastar-se, de braços trémulos no ar, como que a dizer “Dominus Vobiscum”. Uma cena provavelmente diária no Reino dos Céus. Dizia um dos de terceira idade, carteira a tiracolo, calça pelo meio da perna e sapatilhas brancas da moda: então, o que escolhem? Ao que respondeu o outro, de quarta idade, a quem uma lufada de vento tinha tombado definitivamente para o lado esquerdo: comida mole, comida mole.

Tomei o meu cafezinho e pedi a conta. Nesse preciso momento, sentou-se na mesa ao lado um sujeito dos seus oitenta e muitos, torcendo a face com um esgar tão esquisito que denunciava logo a puta da dor das artroses, todo vestido a condizer, certamente ao gosto da filha ou da neta e não da mulher que Deus provavelmente já havia chamado à sua Divina Presença. No meio da confusão, o empregado colocou a minha factura na mesa do velho, ao que ele reagiu vociferando: Que caralho é isto? Eu ainda nem pedi!

É preciso vir a estes sítios para sentirmos a ternura da velhice. Odeio a velhice, mas cada vez mais me sinto pateticamente encantado com o mundo dos velhos e a sua profunda poesia, mortífera e dramática coreografia da antecâmara da morte.

 

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por Augusta Clara às 18:30

Quinta-feira, 14.04.16

A lembrar-me de alguns belos contos de escritores portugueses ou de língua portuguesa - Augusta Clara

 

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Augusta Clara  A lembrar-me de alguns belos contos de escritores portugueses ou de língua portuguesa 

 

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- OS DESASTRES DE SOFIA - Clarice Lispector
- OS AMANTES - Jorge de Sena
- OS AMANTES - David Mourão-Ferreira
- O ECLIPSE - Maria Teresa Horta
- O JANTAR CHINÊS - Maria Ondina Braga
- CHUVA - Carlos de Oliveira
- MINSK - Gracliano Ramos
- O MISTÉRIO DA ÁRVORE - Raúl Brandão
- YASMINA E OS SEUS AMORES - Mário de Carvalho
- A REVOLUÇÃO - Aquilino Ribeiro
- O AVIADOR- Florbela Espanca
- EIRENE - Hélia Correia
- O PONTO DE VISTA DAS GAIVOTAS - Ana Teresa Pereira
- A PROVA DE FORÇA - Branquinho da Fonseca
- BEIJINHOS NO ROSTO - Rubem Fonseca

E hoje ficamos por aqui.

 

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por Augusta Clara às 16:00

Quarta-feira, 09.12.15

Marcelo leva um porco às costas - Augusta Clara

 

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Augusta Clara  Marcelo leva um porco às costas

 

 

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   A ouvir a entrevista de Marcelo Rebelo de Sousa à SIC Notícias lembrei-me daquela anedota do tipo que roubou um porco, o levava às costas e, quando foi descoberto, exclamou: - Ai, um bicho!

No caso dele o bicho será o conjunto PSD/CDS cujo apoio explícito o incomoda perante a opinião pública, ante a qual quer manifestar a imparcialidade ideológica que o Presidente da República deve assumir no exercício das suas funções.

Marcelo afirma que a sua é "uma candidatura solitária", embora não rejeite nenhuns apoios, e que não tenciona colar cartazes nem afixar qualquer tipo de propaganda nas ruas.
Seriam intenções muito louváveis se toda a comunicação social não se lhe referisse já como o futuro novo inquilino de Belém.

Toda a entrevista foi uma cuidadosa fuga à crítica ao anterior governo, a Cavaco Silva e às questões mais polémicas relacionadas com o poder presidencial sobre a manutenção do actual governo em funções, na eventualidade da existência de reveses de governação.

Marcelo Rebelo de Sousa é uma falácia, Maria de Belém é outra.

A esquerda precisa de unir-se em torno do candidato mais forte que, na minha opinião, é Sampaio da Nóvoa, se quiser evitar uma possível dissolução da Assembleia da República e o grande desastre que seria o regresso da direita ao poder.

 

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por Augusta Clara às 08:00

Sábado, 21.11.15

O meu PREC - Augusta Clara

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Augusta Clara  O meu PREC

 

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(Adão Cruz)

 

 

   Os bons livros de História, que nos caracterizam com rigor científico a evolução do mundo e das épocas, nunca nos darão a sentir a vivência dos que por elas passaram e foram protagonistas dos acontecimentos.

Ao ler a Visão desta semana ainda fiquei mais ciente disso. O artigo sobre os 40 anos do 25 de Novembro retrata um PREC - Período Revolucionário em Curso - que não foi o meu: ameaças de golpes, reuniões secretas de altas figuras, formação de associações de partidos "esquerdistas" a preparar golpes - que eu me lembre, a FUR, aqui tão falada, durou pouco mais de uma semana - e um sem número de outras negociações que acabaram na "democratização" do país, ajudada pela CIA de Frank Carlucci, que só não eliminou da cena muita gente porque Jaime Neves não teve autorização para fazer o gosto ao dedo.

E o povo português, nós todos? Neste artigo não existimos. Não sei quem é o jornalista que o escreveu. Muito provavelmente não terá vivido este período tão exaltante no dia-a-dia e na convivência humana, incomensuravelmente mais saudável do que a que hoje vivemos, e na criatividade com que procurávamos dar forma a um outro tipo de sociedade.

O meu PREC é o do Zeca Afonso, o dum povo a construir a sua História.

A ninguém que não a viveu é possível compreender como era feliz essa maneira de estar. Não vivíamos em pé de guerra, vivíamos em luta. Tínhamos muito a fazer, como as formigas, cada um por si e em grupos. Vivíamos agitados mas acreditávamos no futuro.

Chorei no 25 de Novembro, esse dia maldito da derrocada da esperança, que nos trouxe até aqui.

Fizeram bem os partidos da esquerda na Assembleia da República em não se associarem às comemorações de tão aziaga efeméride.

Por isso me lembrei, e puxo aqui a propósito, do trabalho que a Adriana Costa Santos está a fazer em Bruxelas junto dos refugiados de guerra. Nem ela imagina o quanto os relatos das suas crónicas são valiosos para se escrever a História destes dias.

Daqui a uns tempos ninguém se lembrará do jovem militar iraquiano que teve de fugir do país com a mãe e as irmãs, as agressões e as ameaças por que passaram até chegarem junto da Adriana que dele, e doutros, nos deixa o rasto para o futuro.

 

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por Augusta Clara às 19:30

Segunda-feira, 12.10.15

Sobre o programa "Eixo do Mal" do passado Sábado, 10 de Outubro - Augusta Clara

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Augusta Clara  Sobre o programa "Eixo do Mal" do passado Sábado, 10 de Outubro 

 

   Como no Sábado não vi o "Eixo do Mal", estive a vê-lo ontem e considero mais que justas as críticas que por aqui li (referia-me ao facebook).

Do programa só se salvou a prestação de Daniel Oliveira. Todas as outras foram para esquecer, incluindo a forma como o coordenador o encerrou, na minha opinião um prolongamento do lamentável "lapso" jornalístico de José Rodrigues dos Santos, quer pelas palavras quer pelo vídeo finais, prova da ausência de ética jornalística estar tão em moda.

Antes disso, já o escritor/jornalista ali tinha sido defendido qual principiante do ofício ameaçado pelas unhas das fantasmagóricas redes sociais à espera do seu primeiro deslize, segundo Luís Pedro Nunes, após aquela louvável reportagem que nos apresentou das ruas de Atenas na altura do referendo grego. Não admira, pois o próprio Luís Pedro Nunes vive apavorado pela hipótese duma invasão da nossa horda aos estúdios da SIC Notícias.

Mas o programa além de lamentável foi espantoso pela cambalhota daquele grupo que, antes das eleições e durante quatro anos, criticou duramente o governo de Passos/Portas pelo que todos conhecemos como uma criminosa acção executiva. Pois, todos os três, que não o Daniel, postos agora perante a hipótese de outro arranjo governativo que nos liberte desse indesejável grupo, argumentaram das mais variadas maneiras, acabando por legitimar qualquer forma que comporte os mesmos partidos, PSD e CDS, quando muito com apoio do PS, mas nunca um governo em que o PS se alie à esquerda parlamentar representada pelo PCP e pelo BE.

Seja qual for a legitimidade constitucional, os três jornalistas do "Eixo do Mal" preferem a solução em continuidade - quase, de certeza, pior - de todo o sofrimento por que os portugueses passaram a verem testada uma experiência governativa com um programa e propostas diferentes que tendam a libertar-nos do garrote das políticas neoliberais.

E esta cambalhota é tão clarificadora das suas genuínas opções que os mesmos jornalistas - Pedro Marques Lopes, Clara Ferreira Alves e Luís Pedro Nunes - exprimem a opinião sobre a curta duração de um ou de outro tipo de governo, ou seja dum governo de esquerda ou dum governo de direita, dentro dos parâmetros dos resultados eleitorais. Quer um quer outro terão vida breve, afirmam.

Depois veio a questão da eleição do próximo Presidente da República. E, aí, não há candidato que se salve senão Marcelo Rebelo de Sousa. Está lançado e eleito, com o bizarro anexo de já terem sugerido, como prova de confirmação da escolha certa, que lhe seja feita uma pergunta sobre a constituição do governo saído das legislativas.

Mais que bizarro, torcido e retorcido mas normal: o Presidente da República a eleger daqui a alguns meses que, por acaso e por enquanto ainda é só candidato (menos no espírito de alguns), um entre vários, é convidado a responder a uma pergunta sobre a formação dum governo que há-de tomar posse antes da eventualidade de ele vir a ser presidente. Se der a resposta certa nem é preciso haver eleições, digo eu. As estrelas televisivas brilham todas com a mesma intensidade.

É tudo normal menos a esquerda formar governo.

 

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por Augusta Clara às 08:00



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