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Jardim das Delícias


Sábado, 05.03.16

Beethoven - Piano sonata nº21 in C major op_53

a noite fez-se para amar 1a.jpg

 

Beethoven  Sonata para piano nº. 21

(ao piano o russo Emil Gilels)

  

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por Augusta Clara às 20:00

Sábado, 31.10.15

Melody of Tears and Rain - Beethoven

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Beethoven  Melody of Tears and Rain

 

 

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por Augusta Clara às 20:00

Segunda-feira, 31.08.15

Beethoven Violin Concerto - Itzhak Perlman

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Itzhak Perlman  Beethoven Violin Concerto

- orquestra dirigida por Daniel Barenboim -

(o violinista Itzhak Perlman faz hoje 70 anos) 

 

 

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por Augusta Clara às 20:00

Segunda-feira, 06.04.15

Sonata para piano Nº. 1 de Beethoven, por Daniel Barenboim

a noite fez-se para amar 1a.jpg

 

Beethoven  Sonata para piano Nº. 1

 

 

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por Augusta Clara às 21:00

Quarta-feira, 01.04.15

Sonata para piano Nº. 23 (Apassionata) - Beethoven, por Daniel Barenboim

a noite fez-se para amar 1a.jpg

 

Beethoven  Sonata para piano Nº. 23 (Apassionata)

 

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por Augusta Clara às 21:00

Terça-feira, 17.03.15

Sonata para piano Nº. 17 - Beethoven, por Daniel Barenboim

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Beethoven  Sonata para piano Nº. 17 (A Tempestade)

 

 

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por Augusta Clara às 21:00

Quarta-feira, 29.01.14

Abbado Para Sempre

 

Desde a morte de Arturo Toscanini, o Teatro de La Scala de Milão, sempre que morre um director, realiza um concerto com a sua obra preferida. Assim, anteontem, dia 27, com a sala vazia e as portas abertas, o teatro e o povo de Milão prestaram homenagem a Claudio Abbado (a gravação do som foi feita só no teatro, daí a sua ausência no início do vídeo)

 

O maestro Daniel Baremboim dirigiu a orquestra na marcha fúnebre da 3ª. Sinfonia de Beethoven "Eroica"

 

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por Augusta Clara às 21:00

Sexta-feira, 29.11.13

O Sonho - Adão Cruz

 

Adão Cruz  O Sonho

 

(Adão Cruz)

 

 

O sonho

acesso do silêncio ao dilatado vento da palavra o direito da

sombra na luz de todas as cores

O sonho

doce caminho dos lábios perfumados de alheias maçãs a voz

que ha‑de voar quando se calarem as asas

O sonho

canção intemporal que dá razão à loucura a sede de todas as

fontes a água de toda a secura

O sonho

vento leve e sensual tocado de algas e maresia adormecido o

pensamento na doce cama da fantasia

O sonho

uma flor a sorrir no outro lado do rio onde as quebras do

silêncio dão voz ao melro vadio

O sonho

os barcos que chegam tarde carregados de vinho amargo a

esperança de todo o tempo sem outro tempo de esperar

O sonho

mar derramado na areia fina beijando o corpo feito casa a

paz da tarde adormecida sem corpo para morar

O sonho

mão apertada ao escudo da liberdade ameaçada o sonho

tempo perdido tempo de sonho e de nada

O sonho

flor de orvalho colhida no seio efémero da madrugada o

silêncio da canção perdida no beijo da noite atraiçoada

 

(in Adão Cruz, VAI O RIO NO ESTUÁRIO. Poemas de braços abertos, ediçõesengenho)

 

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por Augusta Clara às 17:00

Segunda-feira, 02.09.13

CONVICÇÕES - I, por Adão Cruz

 

 

   Nesta barbárie em que os verdadeiros terroristas são impostos aos olhos cegos como agentes da paz, neste mundo em que a corja do poder pôs a humanidade a comer excrementos com sabor a caviar, eu tento aquecer o abraço frio do nascer do sol.

   Sempre tive um especial fascínio pela linha do horizonte, não tanto pela luz como pela sombra que a antecede e a traz até mim.

  Com meia dúzia de pincéis vou à procura da sombra mas a sombra está sempre para lá da sombra, sobra sempre a sombra onde tudo falta quando a humanidade perdeu a luz.

 

 

 

.

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por Augusta Clara às 16:00

Quarta-feira, 24.07.13

Dentro do meu caderno - Adão Cruz

 

 

Adão Cruz  Dentro do meu caderno

 

(Adão Cruz) 

 

 

 

Dentro do meu caderno

há uma pena branca

de palavras e gestos cansados

de inocência a prazo ao longo do tempo.

 

Dentro do meu caderno

há mensagens desamparadas como os dedos verdes das estrelas

ora inquietas no mar incerto ora plácidas no mar sereno.

 

Sempre assim foi no meu caderno

de menino criador de silêncios nos desertos de um poema.

 

A beleza nua embriagada de mel

nasce dentro do meu caderno

sobre as águas de um mar de ouro do sol poente.

 

Do azul do mar fiz um barco pintado de sonhos

e na sua cama infinita perdi o respeito pelo silêncio do teu corpo.

 

Dentro do meu caderno

cai a chuva no cristal do pensamento

alheio aos nossos corpos e nossos mundos.

 

Dentro do meu caderno

Para que servem músicas se não sabemos cantar?

 

Caiam as folhas secas e nasçam flores brancas

onde a nudez se veste de palavras e gestos esgotados.

 

 

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por Augusta Clara às 15:00



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