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Jardim das Delícias


Sexta-feira, 22.04.16

Impeachment

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por Augusta Clara às 16:30

Segunda-feira, 20.07.15

A capitulação grega e Wolfgang Schäuble - Carlos Esperança

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Carlos Esperança  A capitulação grega e Wolfgang Schäuble

 

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   Após a reunião do Eurogrupo, sobre o ‘caso’ grego, pensei em Cervantes, na Inquisição e na Pide, numa estranha viagem em que revivi literatura, história e política. À primeira fui buscar D. Quixote, investindo contra moinhos de vento, Tsipras, debalde, a brandir a espada; na segunda vi a Contrarreforma a flagelar com sádicos instrumentos de tortura a heresia grega de dizer impagável a impagável dívida, cujo adjetivo ninguém permite e o implacável Schäuble a querer a humilhação do mensageiro e a imolação da Grécia, qual Torquemada ao serviço da Inquisição do ultraliberalismo.

Mas foi a história recente de Portugal que me levou a perceber o drama de Alex Tsipras. Recordei os presos políticos exaustos, após meses de tortura, noites de insónia, ameaças à família, a vacilarem para salvar uns a troco de traírem outros, ele que tinha contra si portugueses, espanhóis e outros camaradas de insolvência.

Antes do 25 de Abril, magoava-me a dureza com que resistentes julgavam outros, quem não resistia à tortura, consciente dos limites humanos da resistência e da tempestade que varre um preso entre a solidão, o terror e a fidelidade que deve, no estado de torpor em que o colocavam, perante o dilema de quem devia salvar. Quem vacilava era acoimado de rachado.

É à luz do passado que hesito em julgar o presente. Afinal a Sr.ª Merkel foi uma pomba, sem que a Alemanha prescinda de decidir quem substituirá Tsipras no próximo resgate.

 

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por Augusta Clara às 08:00

Quinta-feira, 08.01.15

O nosso conhecimento está em permanente expansão

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(Archan Nair)

 

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por Augusta Clara às 14:00

Quinta-feira, 01.05.14

Canção do operariado - César Príncipe

 

Primeiro de Maio

César Príncipe  CANÇÃO DO COOPERARIADO

 

 

  Co opErário Esse imenso operaDor Sem ele não temos ópera nem opeRações sem dor Opera todas as máquinas É muito cooperativo Opera computaDores Supõe-se um executivo Funda cooperativas Busca coopeRação Coopera em cantigas Paga as letras da canção Pertence ao operariado muitas vezes sem saber Porque tanta coopeRação não dá bem para entender Pertence ao operariado muitas vezes sem querer Porque tanta coopeRação só dá para empobrecer Já foi herói proletário Termo meio bolCHEvique O tratamento moderno é telecomando-chip Diz-se profissional Técnico e funcionário Também recurso huMano Unidade de trabalho Mas afinal (ele) é um grande operacional Ele opera e coopera Sem ele ponto final Fica assente Meus Senhores O que é um operário Sem gravata e com gravata Morre a viver do salário Peça da engrenagem Produto da produção Faz o carro e faz a estrada Faz a mesa e faz a cama Coopera até na morte fabricando o seu caixão

 

Uns chamam-lhe ParafUso Outros GloBalização

 

 

Poema de César Príncipe, Correio Vermelho, 2008, Seara de Vento.

 

 

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por Augusta Clara às 12:00

Quinta-feira, 25.07.13

Intervalo

 

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por Augusta Clara às 10:00



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