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Jardim das Delícias


Sexta-feira, 23.02.18

Se eu percebo a guerra da Síria? Sim, percebo - Augusta Clara de Matos.

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Augusta Clara de Matos  Se eu percebo a guerra da Síria? Sim, percebo

 

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   Depois de terem invadido o Iraque, morto Sadam, destruído o país e deixá-lo mergulhado numa guerra civil;

Depois de terem chacinado Kadafi e deixado a Líbia esfacelada e nas mãos de gangs e grupos vários;

Passaram a outro país com a intenção de fazer o mesmo, mas aí não tem sido nada fácil nem com o apoio dos terroristas islâmicos do DAESH que se empenharam em equipar e armar. porque o poder sírio não esteve pelos ajustes.

Então, embrulhou-se tudo. Meteram-se mais os curdos pelo meio e não se vê como desembaraçar a meada.

Como a indústria das armas deve andar feliz com a ajuda dos amigos de sempre que, como piolho em costura, vão acicatando os ânimos, picando os guerreiros, divulgando falsas realidades!

Para os telejornais, contudo, não há nada mais simples nesta guerra do que a maldade de Assad, o presidente que mata as suas crianças e não quer entregar o poder aos EUA.

A grande parte da opinião pública mundial seria indiferente assistir a mais uma chacina e outro país do petróleo destruído perante o entorpecimento e acefalia provocados pelas reportagens televisivas com terríveis imagens como são sempre as de qualquer guerra.

Entretanto, no país dos homens com razão acha-se por bem distribuir armamento de guerra aos professores, armá-los contra os alunos.
Alguém meteu a bobine ao contrário!

 

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por Augusta Clara às 20:18

Segunda-feira, 17.11.14

Operação comando assassina cientistas nucleares em Damasco - Charles Hussain, Beirute

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http://www.jornalistassemfronteiras.com/index.php

 

Charles Hussain, Beirute  Operação comando assassina cientistas nucleares em Damasco

 

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13 de Novembro de 2014

 

   O assassínio de cinco engenheiros nucleares que trabalhavam num centro de investigação científica na zona de Barzeh, no norte de Damasco, “não tem assinatura de qualquer grupo terrorista que combate o regime, mas sim de gatilhos mais afinados”, comentam fontes diplomáticas em Beirute.
No ultimo domingo, cinco engenheiros nucleares viajavam num autocarro nas imediações do centro de investigação onde trabalhavam na capital síria e sofreram uma emboscada por um grupo de indivíduos armados. Nenhum escapou com vida ao atentado. Os criminosos sumiram-se sem deixar rasto.
Em Julho passado, seis pessoas que trabalhavam nas mesmas instalações foram vítimas do disparo de um morteiro feito por mercenários islâmicos, conhecidos no Ocidente por “rebeldes”.
Nos bastidores diplomáticos e militares de Beirute considera-se que os dois casos não estão relacionados, pelo menos directa e operacionalmente. “O atentado de domingo teve características de uma operação comando para eliminar peritos da área nuclear e podemos, por isso, compará-lo aos crimes cometidos em grande número em Teerão contra cientistas nucleares iranianos”, afirma um diplomata de um país do Médio Oriente. “É uma eliminação minuciosa, orientada, ao estilo das que os serviços secretos israelitas costumam efectuar um pouco por todo o mundo; e entre nós conhecemos muito bem a obsessão israelita de guardar o monopólio da actividade nuclear no Médio Oriente”, de acordo com a mesma fonte.
Algumas das informações divulgadas sobre o atentado partiram do chamado Observatório Sírio dos Direitos Humanos”, uma entidade com sede em Londres e patrocinada pelas potências que promovem a guerra civil na Síria. Coube ao grupo divulgar as supostas nacionalidades das vítimas: quarto sírios e um iraniano.
Teerão desmentiu, entretanto, a presença de cientistas nucleares iranianos na Síria, pelo que, de acordo com as fontes em Beirute, o “Observatório” “pode estar a cumprir o seu papel de contra-informação”
John Harvey, membro de uma “pool” de jornalistas presente actualmente na capital libanesa, sugeriu que o facto de a citada organização se ocupar em divulgar pretensas informações sobre as vítimas “revela que o atentado tem seguramente mais a ver com o terrorismo selectivo do que com o bas-fond dos mercenários que fazem a guerra por grosso”.

Charles Hussain, Beirute

 

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por Augusta Clara às 08:00



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